Transdeambulações

“Experiências geram emoções; Emoções geram valores; Valores geram narrativas de significado. E pessoas que partilham narrativas de significado juntam-se para gerar ‘religiões’”

Mark Manson “Está Tudo Fodido: Uma abordagem contra-intuitiva à esperança”

Nota: Mark Manson divide “religiões” em três categorias assim definidas:
1) Espirituais (religião como a conheces);
2) Ideológicas (praticamente tudo acabado em ‘ismo’ – para os efeitos desta dissertação, Transgenderismo); e
3) Interpessoais (e.g. relações familiares e de amizade do indivíduo)

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#TransCenas

Longe de ser um especialista no assunto a minha compreensão sobre a “Ideologia de Género” resume-se ao seguinte: uma ’religião’ que defende que as pessoas podem nascer no corpo errado unicamente porque assim o sentem.

A ciência e a minha experiência empírica (nem sempre em perfeita harmonia) mostram-me que isto não pode ser verdade. A sexualidade humana – e creio que unanimemente no mundo animal – é binária e tem como objectivo máximo a reprodução e subsequente perpetuamento da espécie.

Considero esta ser uma verdade evidente.

a identificação existe apenas nos pensamentos do identificador. Aquilo com que te identificas é um produto das tuas experiências e condicionamento – especialmente nos teus primeiros anos de vida.

Ou seja, as tuas experiências; emoções; valores; narrativas de significado; e religiões não são inatas como cromossomas XX ou XY. São desenvolvidas e podem ser factualmente correctas ou incorrectas.

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“Género Atribuído à Nascença”

Deambulo agora por esta expressão, começando por realçar que esta atribuição não é do foro natural nem tampouco do divino.

Neste contexto o género é estipulado pela parteira, médico, pais e demais. Ou seja, o género é uma construção social sem qualquer relação com aquilo que se tem no meio das pernas à nascença.

Argumenta-se assim que a opressão que limita o espectro de identidade do indivíduo começa logo à nascença; é perpetuada ao longo do seu crescimento (i.e. camiões ou bonecas; azul ou cor-de-rosa; “M” ou “F” em burocracia e casas de banho; e até a linguagem usada – malditos pronomes); e é exercida por uma sociedade binariamente intolerante.

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Penso, Logo Sou!

És uma mulher biológica mas sentes que na verdade és um homem?

OK!

Questão: como é que alguém se pode sentir dessa maneira sem ter base comparativa? Como é que eu, um homem, poderei alguma vez saber o que é sentir-me como uma mulher?

Admito que é possível sentir como penso que uma mulher sente, mas não reconheço rigor a este processo. Para além do mais, tentar pôr-me na cabeça da patroa dá sempre merda.

A minha percepção do que a generalidade das mulheres sente é subjectiva e altamente parcial devido ao condicionamento das minhas religiões. E na medida em que a premissa subjacente é que as mulheres são todas iguais, é um exercício deveras sexista.

É verdade que há características comportamentais de carácter generalista associadas a cada um dos sexos, mas não vejo porque é que a minha experiência de masculinidade não há-de ser única.

Doença Mental?

Os transsexuais representam cerca de 0,5% da população e têm uma taxa de suicídio que ronda os 40%. A taxa de suicídio dos restantes 99,5% é 1.4%. Este facto é para mim um indício fortíssimo que o transgenderismo é uma doença mental e não uma luta de direitos civis.

Será que o bullying e a não-aceitação social contam para esta gritante diferença?

Certamente, mas realço que ostracização social e bullying, especialmente com base em maneirismos e/ou características físicas não é um fenómeno recente nem raro.

E não tendo dados para o demonstrar, questiono se os homossexuais alguma vez tiveram taxas de suicídio similares.

Orientação Sexual?

Poderá a “disforia de género” estar ligada à orientação sexual do individuo?

Vê lá se reconheces mérito a este raciocínio:

As hormonas do adolescente começam a bombar ‘forte e feio’ e aquela tusa toda é gerada e apontada a quem partilha dos mesmos genitais (i.e. o jovem é gay).

Aceitando a premissa que estamos codificados para perpetuar a espécie, não será possível que – dada a incompatibilidade do parceiro para alcançar esse fim subliminar – tal adolescente conclua estar na realidade preso no corpo errado?

Como que, a rejeição da homossexualidade é feita inconscientemente e em nome de uma necessidade primária?

Fica a questão…

Os Meu Medos

Hoje sou quem sou porque tenho os genes que tenho e tive as experiências que tive. Amanhã serei quem serei também devido às experiências de hoje.

Não tive as experiências que me fizeram questionar a minha sexualidade, nem aquelas que divorciam a mente do corpo.

Mas eu ainda sou do tempo (é verdade… já uso esta expressão) em que:

Tudo isto (e sugiro que cliques nos links acima providenciados) alimenta a corrupção moral da nossa sociedade e escancara as portas à perversão daqueles que vêm nas crianças um objecto de desejo.

Sou agora do tempo em que:

  • se institucionaliza a sexualização das crianças;
  • o abuso infantil é legitimado por lei;
  • expomos as nossas crianças a assuntos que não têm a capacidade intelectual nem emocional para compreender.

Foda-se! Quais crianças? Eu estou do lado errado dos 30s e também não me faz sentido.

Só vejo políticas de identidade que me tentam vender uma doença mental como sendo um direito civil.

Objectivo supremo? Poder. Sempre o poder. Poder sobre mim, poder sobre os meus.

Mas neste mundo-palhaço eu continuarei hereticamente a ensinar aos meus filhos que os meninos têm pilinha, as meninas pipi e que 2+2=4.

“Se quiseres cortar um braço ou uma perna tens uma doença mental (Body Identity Integrity Disorder), se quiseres cortar seios ou genitais saudáveis és transgénero e não tens uma doença mental.”

“Indivíduos com condições de desenvolvimento sexual estão a ser usados como peões na luta pelo direito civil à doença mental”

Dr. Michelle Cretella em ‘Transgenderism: A Mental Illness is Not a Civil Right’

Reflexão Final

Uma coisa é certa, seja lá qual for a motivação, o transsexual tem um nível de compromisso que não deixa espaço para dúvidas do quão real a coisa é para ele.
Cortá-lo e mandá-lo fora? Foda-se…

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