‘Negacionista’

Palavra que leio e oiço cada vez com mais frequência.
Tem tido uma evolução curiosa! Insidiosa?

Não me recordo de a ouvir, salvo no contexto de 3 matérias: Holocausto; Alterações Climáticas; COVID-19. 

Não é de espantar que haja tantos nazis entre nós! 

.

Na minha opinião, quem nega o Holocausto, as alterações climáticas, ou haver um novo vírus respiratório, não tem razão.

No entanto, há uma diferença enorme entre quem nega e quem faz perguntas.
Quem questiona a realidade da 1a é o que tem menos razão. Nenhuma, digo eu.
Já os cientistas que questionam a influência do Homem nas alterações climáticas, estão a fazer o papel deles, não estão a negar o aquecimento do planeta.
Os médicos, virologistas e epidemiologistas que questionam as medidas impostas (em nome do combate a um vírus tão ou menos letal que a gripe sazonal), não negam que o vírus existe.

A verdade é que as palavras que usamos ditam a forma como pensamos e vice-versa.
E o que se está a passar é que a narrativa vigente (tanto da Covid como das alterações climáticas) é uma que procura, deliberadamente, indiferenciar entre os “questionadores” (“negacionistas” em Newspeak) e o maior crime contra a humanidade.

Devagar, devagarinho, por medo ou vergonha (e manifesta censura), as vozes que questionam a ortodoxia, vão-se calando.
E se não temos a possibilidade de colocar pontos de interrogação, aceitamos uma “verdade” imposta em vez de demonstrada.

5 thoughts on “‘Negacionista’

    1. Boa questão, João. Obrigado!

      Na minha opinião, quem nega o Holocausto; as alterações climáticas; ou haver um novo vírus respiratório, não tem razão nenhuma.

      No entanto, há uma diferença enorme entre quem nega e quem faz perguntas.
      Quem questiona a realidade da 1a é o que tem menos razão. Nenhuma, digo eu.
      Já os cientistas que questionam a influência do Homem nas alterações climáticas, estão a fazer o papel deles, não estão a negar o aquecimento do planeta.
      Os médicos, virologistas e epidemiologistas que questionam as medidas impostas (em nome do combate a um vírus tão ou menos letal que a gripe sazonal), não negam que o vírus existe.

      A verdade é que as palavras que usamos ditam a forma como pensamos e vice-versa.
      E o que se está a passar é que a narrativa vigente (tanto da Covid como das alterações climáticas) é uma que procura, deliberadamente, indiferenciar entre os “questionadores” (“negacionistas” em Newspeak) e o maior crime contra a humanidade.

      Devagar, devagarinho, por medo ou vergonha (e manifesta censura), as vozes que questionam a ortodoxia, vão-se calando.
      E sem possibilidade de colocar pontos de interrogação, inevitavelmente aceitamos uma “verdade” imposta em vez de demonstrada.

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