Simbióticas Relações

Corpo e mente vivem numa relação simbiótica!
Outra novidade que te dou, é que estamos bem mais conscientes do nosso corpo do que da nossa mente. 

Afinal de contas o corpo é isso mesmo, um corpo, matéria palpável que aprendemos a desconstruir: sistemas; órgãos; tecido; células; químicos; (e menos tangíveis) moléculas; átomos; electrões; quarks; leptões…
Que “coisa” mais pequena haverá? Será mensurável? Observável?
Ou limitamo-nos a experienciá-la, para sempre ignorantes da sua existência? Quer dizer, se a estamos a experienciar não podemos ser assim tão ignorantes… 

Não havendo branco sem preto; esquerda sem direita; opressor sem oprimido; ou simplesmente porque temos (instalado de fábrica) um programa comparativo que usamos para fazer sentido do mundo, o pequeno existe em relação ao grande.

Do outro lado do espectro há o infinito: corpo; planeta; sistema; galáxia; universo; universos (diz que é possível).
Haverá “coisa” mais maior grande? O Divino?  

Para a minha cabecinha, o ínfimo e o infinito são tão incompreensíveis que bem podem ser precisamente a mesma coisa.

Não será possível que os extremos se toquem? Que se confundam?
Um campo unificado, que o peso da “matéria” nos impede de experienciar totalmente?
Em que as limitações da “massa” transformam uma consciência universal, em inúmeras experienciações individuais?

Deambulações metafísicas à parte (ou não), na minha cabecinha, faz mais sentido que a mente (ondas com alguma “massa”) resida no lado do ínfimo. Diria também que, é tanto mais reinante e influente (no corpo) quanto mais profundo e imperceptível for o meio.  

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